BRADESCO CONVIDA INTERNAUTAS A TROCAREM MENSAGENS


        A ação coloca em prática nos meios digitais a nova assinatura da campanha.

O Bradesco lança campanha especial para deixar sua marca no Natal dos brasileiros. Com site, ação de mídia social, banner, vídeos no YouTube e links patrocinados - tudo criado pela AGE Isobar - , o Bradesco quer estimular a troca de mensagens entre as pessoas nessa época do ano.

Acessando o endereço sejapresente.com.br, o internauta deixa um recado para um amigo que recebe a mensagem e pode participar também. A ideia é formar um grande mural on-line, compartilhando essa troca de mensagens. Mais do que isso, alguns dos textos virarão peças de mídia publicadas nos principais portais do país. Um sistema automático, integrado com os portais de mídia, transformará em banners alguns dos recados deixados no site.

A ação coloca em prática nos meios digitais a nova assinatura da campanha, "Presença é estar lado a lado". "As mensagens postadas serão espalhadas pela web, como forma de deixar as pessoas mais próximas e fazendo com que o site seja um grande propagador de sentimentos e emoções", afirma Ana Lucia Serra, Diretora Geral da AGE Isobar.  A página fica no ar até 06/01/2011 e pode ser acessada também via iPad e iPhone.

NESTLÉ SEGUE COMO MARCA MAIS FORTE DO BRASIL

Top 10 da Superbrands aponta três empresas do setor bancário, declínio da Coca-Cola e McDonald’s em 2º


Destaque

Dentre 1,2 mil marcas no Brasil, a mais forte delas ainda é a Nestlé. O McDonald’s, talvez pelas comidas saudáveis que passou a oferecer, é a segunda da lista das 500 marcas mais fortes do país segundo a Superbrands Brasil. A sexta edição do estudo - e do livro - mostra que a economia brasileira ajudou para que mais de uma marca de banco dividissem o Top 10 pela primeira vez e que a poderosa Coca-Cola descesse duas posições em um ano.

Apesar do aumento da força de marca, algumas empresas deixam a desejar em serviços e, por isso, perderam espaço para as que surgem que, por méritos, ganham a preferência do consumidor pela inovação. A última lista da Superbrands continha a marca do Bradesco como a única dentre as instituições financeiras. Hoje em sexto lugar, o banco está junto com Itaú e Banco do Brasil entre as dez mais fortes.

A explicação é que durante a crise financeira de 2008 os bancos se mantiveram firme e isto reflete em segurança e planejamento bem executado, o que a deixa forte aos olhos do consumidor. Por outro lado, o que originou o declínio na marca de grandes corporações é o mérito das que chegaram. “O desempenho é relativo. A Coca-Cola é forte, mas é madura e tem pouca alteração em sua performance”, diz Gilson Nunes sócio-CEO da Superbrands no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Fortalecimento em números

Entre 2009 e 2010, a marca com maior aumento no índice de força foi o Walmart, com 24%. A Petrobras é a segunda e o Bradesco ocupa a 11ª posição, com 18% e 12%, respectivamente. Em contrapartida, o setor bancário aparece mais uma vez em destaque por conta da perda de 25% na força da marca Unibanco, dado que deve ser festejado pelo departamento de Marketing do Itaú, já que a intenção da fusão é "matar" a primeira marca.

O McDonald’s parece ter descoberto a receita certa para ganhar espaço. Ao investir no posicionamento de restaurante, a rede segue ganhando posições no ranking. “A mudança no portfólio de produtos, a introdução de lanches mais saudáveis estão juntas ao novo modelo de gestão com franqueados”, conta Nunes, referindo-se ao episódio em que um franqueado teve que fechar a loja e, por isso, escreveu palavrões na fachada. “Houve um desgaste grande com a rede de franqueados”, lembra.

A avaliação das marcas foi feita com base em padrões de governança, gestão estratégica e econômica, posicionamento, qualidade, lealdade, satisfação, imagem, desempenho no ponto de venda, distribuição, entrega, relacionamento, valor agregado, pós-venda, assistência técnica e produtos/serviços. “Para que uma marca seja considerada forte no mercado atualmente é preciso um bom desempenho em todas essas medidas. Para nós, o segredo é a consistência”, afirma o sócio-CEO da Superbrands.

Razões para a queda


A Sony não aparece no ranking das 10 mais fortes de 2010, mas ocupava o quarto lugar no ano passado. “Hoje ela está entre as 20, o que também aconteceu com a Toyota e com outras marcas que tiveram problemas de mercado em alguns segmentos. A Sony vem perdendo força porque tem outras marcas mais agressivas também”, acredita. Além do bom desempenho de outras companhias, o que determina a perda da credibilidade com o brasileiro é o desempenho dos serviços oferecidos.

Os lucros das empresas não refletem em investimento em pós-venda, atendimento ao cliente, melhores canais de venda e distribuição. “No setor automotivo, apesar do crescimento, a assistência técnica não era condizente. O investimento em estrutura não acompanhou as vendas e isto gera a perda de confiança por parte do público”, completa Gilson Nunes.



QUANTO UM FREELANCER DEVE COBRAR?

Informações para responder a pergunta que todo freelancer se faz uma vez na vida: quanto devo cobrar pelo meu serviço?

Quanto cobrar por um serviço?

Defina seu preço-base

 

Pra começar, você precisa definir sua base de ganhos por hora. Qual o mínimo de dinheiro que você precisa pra cobrar pra cobrir suas despesas sem fazer lucro em cima? Isso é o que chamamos de preço-base.

Assim que você estabelecer uma base e começar a entender quer receber um centavo a menos seria ruim (um projeto de prejuízo) vai ficar mais fácil de determinar quanto de lucro você quer fazer. Logo, isso vai fornecer um seguro viável para seus projetos e pode ajudar a colocar um preço no seu trabalho no mercado competitivo atual.


Definir o preço-base requer um pouco de matemática básica e um pouco de adivinhação. Quanto você precisa pra sobreviver um mês? Divida isto pelo tanto de tempo que você trabalha e você terá seu preço-base.

Por exemplo, vamos supor que você tenha R$ 1.000 em contas todos mês – aluguel, água, luz, telefone e comida. Vou assumir que você trabalhe todo dia útil, das 9 da manhã até 6 da tarde, tirando uma hora de almoço. No total, seria 8 horas de trabalho por dia. Multiplicando por 5 dias na semana e quatro semanas por mês, temos um total de 160 horas de trabalho mensais. Para que você sobreviva, você precisa ganhar pelo menos R$ 6,25 a hora.

Defina seu lucro

 

Lucro é o que sobra depois de todas as contas terem sido pagas. Se você cobrar seu preço-base a seus clientes, nunca terá lucro; todo mês, você terá suas contas pagas mas não sobrará nenhum dinheiro extra. Então como fazer para ter uma grana afim de investir em equipamento melhor ou aquela tão sonhada viagem ao Paraguai pra comprar muamba?

O lucro você vai inserir no seu preço-base na hora de cobrar do cliente. Aqui você tem duas opções: ter um lucro absurdo (ou seja, seu valor por hora vai lá em cima), no entanto você terá menos clientes ou diminuir seu lucro e nunca ter trabalho faltando. O ideal é achar um meio-termo: seu lucro é o suficiente para te incentivar a continuar trabalhando mas não tão pouco que você acabe trabalhando em 10 projetos por vez e fazendo todos eles com qualidade inferior.

Mas como se define o lucro? Lucro é o prêmio adicional pelo seu trabalho que contribuiu com o crescimento do negócio ou empresa do seu cliente. Se seu trabalho é diferente do de outros profissionais, se você tem aquele diferencial que mais ninguém tem, você pode obter um lucro maior por causa da exclusividade. Por exemplo, se seu atendimento ao cliente é excelente, você trabalha mais rápido que seus concorrentes ou qualquer outro diferencial, seu lucro poderá ser maior. E é aqui que entra a parte de adivinhação.

Quanto vale seu diferencial? Quanto você honestamente acha que seu trabalho vale? Dez porcento em cima do seu preço-base? Vinte? Cem? Duzentos? Aqui vai de você. Mas cuidado com sua escolha!

Seguindo nosso exemplo, vamos dizer que o lucro é de 100% do preço-base porque o serviço é excelente e você faz algo que nenhum outro profissional faz. De R$ 6,25 a hora, você passou a cobrar R$ 12,50. No fim do mês, seu ganho será de R$ 2.000 e o lucro será R$ 1.000.

Defina a duração do projeto

 

Essa é a variável final da equação, e a mais difícil também. Primeiro, você precisa saber exatamente o que seu cliente quer. E aí que entra a necessidade do briefing. Com isso em mãos, é necessário que você conheça-te a ti mesmo. Quanto tempo demora para você fazer um site parecido com o que o seu cliente quer? Quatro dias? Quatro semanas?

O briefing não serve apenas para medir quanto tempo você acha que vai precisar, mas também para ficar de olho no que pode ser feito, como pode ser feito e como estabelecer regras para que seu cliente não decida mudar tudo na última hora. Um briefing deve estabelecer claramente o que o cliente quer. Assim, você pode definir quanto vai cobrar pelo que está escrito no documento. Se o cliente decidir mudar algo ou pede por algo extra que não está incluso no documento, então o freelancer têm todo o direito de cobrar a mais pelo trabalho extra.

No nosso exemplo, vamos assumir que você vá precisar de pelo menos 20 dias para fazer o projeto daquele cliente. Ou seja, 160 horas.

Agora temos seu valor-base, sua porcentagem de lucro e o número de horas que vai demorar para finalizar um projeto. Está na hora da…

A Fórmula Mágica


Fórmula Mágica

Seguindo nosso exemplo, trabalhando por R$ 6,25 a hora, lucrando 100%, você estaria cobrando R$ 12,50 a hora. Multiplique pelo número de horas estimada (160) e pronto! O valor a ser cobrado é R$ 2.000.

Mas, peraí. Esse cálculo é óbvio, não é? Não. Muitos freelancers lá fora, quer sejam escritores, designers, programadores ou músicos continuamente falham em criar regras de trabalho quando o assunto é cobrar o projeto adequadamente.

Freqüentemente existe uma tendência de cobrar um preço abaixo do mercado; talvez pelo fato de que não têm idéia de quanto devem cobrar, talvez porque eles estão tão preocupados com adversários em potencial e acham que quanto menor o preço, melhor o preço, mas mais freqüentemente é porque eles não acertaram seu preço base, o lucro que querem ganhar em cima e o número de horas que vai demorar para completar um projeto.

Crie seu próprio preço-base e lucro e nunca ofereça um preço para um trabalho que seja menos do que você precisa pra sair sem prejuízo. Faça essas coisas básicas e seu preço sempre estará certo!

Fonte: Design.Blog

AS TENDÊNCIAS DO DESIGN

Com a globalização e a facilidade de acesso à informação, muitos designers têm acesso as mesmas referências. Com a rede, tudo se torna acessível e as idéias cada vez menos originais, já que as fontes e outros trabalhos brotam sem parar na tela do computador, e o trabalho de qualquer pessoa pode ser acessado. Não que isso seja uma coisa ruim, já que quanto maior o acesso a informação e referências mais base se tem para fazer um trabalho melhor. Entretanto esse fenômeno vem criando um padrão nos trabalhos dos designers, considerando-se que as fontes buscadas muitas vezes são as mesmas. Contudo em um mundo onde as coisas começam a seguir um certo padrão, o diferente se destaca cada vez mais.

As imagens abaixo ilustram bem essa questão do padrão do design, as primeiras fotos mostram uma campanha de cartazes comparativos entre Nova York e Paris.


Ja essas imagens são um grupo de adesivo feitos por designers para personalizar a marca Apple.


E por fim, como já dito, nesse contexto de padronização o diferente se destaca cada vez mais, e cada vez mais tem se tentado fazer do diferente algo mais inusitado e criativo. E foi justamente esse o caso do Hotel Pantone, na Bélgica, como o nome já diz, o lugar é todo projetado segundo as paletas de cores da escala. É uma idéia incrível, que se destacou justamente por sua originalidade.


            



Fonte: Cria Ctrl n




MARCAS ONIPRESENTES ATRAEM JOVENS

Dossiê da MTV Brasil aponta que sucesso está em criar contatos em diferentes plataformas


Destaque

Onipresença. Esta é a palavra que rege as marcas que pretendem atingir os jovens no Brasil. Em mais um Dossiê Universo Jovem, a MTV Brasil buscou conhecimento sobre o comportamento destes consumidores diante das telas de seus aparelhos. Estar conectado e receber informações novas o tempo todo são as máximas desta edição da pesquisa.

Acessar redes sociais, falar ao celular e fazer compras pela internet são os hábitos mais comuns dos jovens brasileiros atualmente. Entre maio e julho deste ano, a MTV Brasil e a agência A Arte da Marca entrevistaram duas mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre, das classes ABC, entre 12 e 30 anos.

Os jovens de hoje não consideram os meios para obter a informação. Se antes as empresas escolhiam as mídias para veicular o seu conteúdo, hoje vai depender do perfil que ela quer atingir.  “Os jovens consomem todos os meios, mas com diferentes intensidades. O que prende ele é o conteúdo. A tecnologia quebrou barreiras de classe social, de idade e de fronteiras geográficas”, diz Cecília Novaes (foto), Sócia-diretora da A Arte da Marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Internet unifica padrões de consumo

De 2008 – ano em que foi feito o último dossiê – para cá, o acesso à internet cresceu dentro e fora de casa. No ambiente on-line o que se percebe é que os internautas da classe C possuem os mesmos padrões de referência para consumo de conteúdo que os da classe A. “As diferenças sociais cairam por terra em alguns aspectos. O desejo de uma pessoa do interior é o mesmo que o de outra que vive nas grandes capitais. Do Brasil mais distante até o mais cosmopolita”, aponta Wagner Gorab, Diretor de Marketing da MTV Brasil, em entrevista ao portal.

Os jovens consomem tudo ao mesmo tempo e captam todas as informações. Com este cenário o que resta para as empresas é ampliar seus horizontes. Se a relação deles com os meios mudou, as marcas precisam estar presentes em todos os formatos para atingi-los em todos os lugares, ao mesmo tempo, a toda hora. “O desafio é estar presente em todos os momentos e em plataformas que chegam a esses jovens. Devemos estar preparados para produzir de diversas maneiras, com mobilidade”, ensina Gorab.

Para se adaptar à velocidade dos jovens, algumas companhias aderem à ‘juniorização’. Desta forma, as empresas acreditam que estes consumidores receberão um atendimento mais informal, de acordo com a linguagem que usam no dia a dia. Mesmo assim, ainda há quem discorde. “Não é essa a questão. Quem não é dessa geração não pode fechar os olhos e não entender essa demanda. É preciso olhar para essa geração e entender a dinâmica deles”, acredita Cecília.

Geração das telas

Com todos os olhares voltados para o celular, que é cada vez mais usado por jovens para acessar a internet, o que ainda dificulta o consumo deste serviço no Brasil é o preço. No estudo da MTV Brasil ficou comprovado que os jovens usam todas as funções dos aparelhos. Porém, os serviços menos usados são os que têm adicional na conta. “À medida que esses serviços forem barateando, eles vão explodir”, alerta a Sócia-diretora da A Arte da Marca.

Mesmo com o sucesso de outros aparelhos, o celular será uma das principais ferramentas móveis dos jovens. Isto porque os serviços mobile não são necessariamente apenas o aparelho celular. Além dele, o iPad, o iPhone, o notebook e o netbook também podem ser utilizados em lugares diversos. “O mais importante é entender qual o conteúdo de interesse e a moeda de troca que ele quer. Para cada empresa haverá um caso diferente. Não existe mais soluções prontas que podem ser usadas de uma marca para outra”, afirma Cecília.

O Dossiê Universo Jovem 5 – Screen Generation, denominou os jovens como os protagonistas da geração das telas. A principal mudança no comportamento deles passa por imediatismo, diminuição da percepção do tempo, portabilidade e acesso. Junto à isso estão as redes sociais, hoje uma das fontes mais ricas em informações para o Marketing. “Esta é a grande janela de relacionamento das marcas e tem papel fundamental para obter informações sobre o comportamento do jovem. Estamos há 20 anos estudando o jovem com propriedade e sabemos que estamos no caminho certo, falando a língua deles”, completa Wagner Gorab, Diretor de Marketing da MTV Brasil.


DESENHOS EM LÁPIS


Enquanto muitos de nós gastam tempo desenhando com lápis, Ghostpatrol, um artista auto didata baseado em Melborne, Australia, gastam seu tempo desenhando neles, isso, desenhando "em lápis". E olha, o resultado é muito legal! Confiram!




















Fonte: Abduzeedo

PARABÉNS AOS PROFISSIONAIS DE RP

Dia 02 de Dezembro
Dia Nacional do Profissional de Relações Públicas

BELOS SITES MONOCROMÁTICOS

Iceagedesign

Two24studios

Polargold

Justinbird

Interiors Davroc

Xbition

Markoprljic

Pojeta

Davidsalvatori

Rotondo

Awarespo

Homedesignfind

Brandonhale

Mahalakshmibuilders

Winter Tnvacation

Henryhoffman

Designsvn

Arcinspirations

Aaronshapiro

Paralotna

Tweetcc

Jameslaicreative

Mattdempsey

Bexesler

Artofdyingmusic

Mediatemple

Mikeprecious

Evodesign

Mint

Spoongraphics

Citizen Design

Mezzoblue

Fonte: Kitaro 10
abcs