GESTORES NÃO DEVEM SER CONTRÁRIOS À PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL

A insegurança faz com que muitos gestores sejam contrários à realização de pesquisas de clima organizacional dentro da empresa. Entretanto, na opinião do gestor de carreira da empresa de recursos humanos RH Capital Curitiba, Sidney Alves, não há o que temer.

Segundo Alves, ao realizar este tipo de ação, a empresa e os gestores demonstram atenção com os seus colaboradores, podendo, a partir dos resultados, adotar novas ferramentas de trabalho, implantar novos modelos de gestão, melhorar as relações de trabalho, além de obter reflexos positivos na imagem interna e externa da empresa, estímulo a uma cultura mais participativa e aumento da qualidade de vida dos colaboradores no ambiente de trabalho.

“Um ambiente saudável precisa ter um aspecto psicológico sadio e não apenas boas condições de trabalho. Conciliar os interesses da organização com a metas de realização pessoal de cada profissional é um dos ingredientes para uma empresa bem sucedida”, argumenta o gestor.

Pesquisa de clima

Clima organizacional nada mais é do que um conjunto de atitudes, comportamentos e valores existentes dentro de uma organização, que influenciam a maneira como as pessoas se relacionam entre si e com a própria empresa.
 
Na pesquisa de clima procura-se analisar a organização como um todo e planejar ações que contribuam para a melhoria contínua do negócio, sendo que são coletados dados e informações que apontem o grau de motivação dos colaboradores, a percepção do seu próprio desempenho e os fatores que eles atribuem aos seus resultados, sejam positivos, sejam negativos.

“A pesquisa demonstra os pontos fortes da empresa e não deixa de salientar as fraquezas que estão presentes”, finaliza Alves.

Fonte:
Infomoney 

FEEDBACK. O MAIOR DESAFIO PARA OS GESTORES

Durante muito tempo se acreditava que bom relacionamento no trabalho, era sinônimo de politicagem e de agradar a todos.

Nos tempos de hoje, não adianta você elogiar um profissional e quando chegar o momento dele ser promovido você simplesmente dizer que não. Isso não faz sentido nos tempos modernos.

Além disso, as equipes são muito exigidas no mercado, estão sempre se reciclando e se desafiando. Conseqüentemente estão cobrando mais feedback sobre o andamento de seu trabalho, para que tenham a certeza de estar no caminho certo ou de estarem corrigindo adequadamente seus pontos fracos.

O problema e justamente ai, pois naturalmente somos humanos o que nos leva a:

- Termos medo de magoar ao criticar.

- Termos medo de que nossas palavras sejam confundidas ao elogiar.

- Termos medo de parecer fraco ao reconhecermos nossos erros.

- Termos dificuldade de lembrar das necessidades das outras pessoas.

- Termos dificuldade em confiar a nossa opinião.

- Termos dificuldade em gostar de cuidar das pessoas.

- Termos dificuldade em reconhecer que motivação não é só o dinheiro.

- Termos dificuldade em perceber que as pessoas ficam ansiosas em saber sobre o resultado do seu trabalho.

- Termos medo de perder o profissional após um feedback sincero.

Tudo isso é ser humano e é absolutamente normal, mas como estamos falando de ambientes profissionais onde estamos constantemente nos superando, entendo que temos que deixar nossos vícios e paradigmas humanos e mostrar nossa força de líder.

Com base no que tenho ouvido de muitas equipes seguem algumas dicas:

- Seja sempre transparente com o profissional, esteja ele bem ou mal em relação as expectativas do trabalho dele.

- Todas as críticas precisam ser claras e objetivas, no sentido de mostrar com exemplos quais estão sendo as falhas e o que isso gera de problema ao grupo ou a empresa.

- Todas as críticas precisam dar norte ao profissional de que alternativas ele pode optar para melhorar, como por exemplo, dicas de organização usando ferramentas ou agendas.

- Toda crítica deve ser feita em particular a não ser que seja para a equipe.

- Todo elogio deve ser pautado também em atitudes do trabalho e não em questões pessoais.

- Elogio em público além de motivar o profissional, serve de exemplo positivo ao grupo.

- Não existe tempo definido entre um feedback e outro. É importante que o profissional tenha constantemente conhecimento de como está sendo visto seu trabalho.

- Existem milhares de formas de se dar feedback, mas uma forma única de entender se você está sendo justo. OUÇA AS PESSOAS.

- Entenda que para que seu feedback tenha credibilidade você precisa conquistar a confiança da equipe e para isso, você precisa cuidar das necessidades e interesses da equipe.

- Dar feedback sobre processos que você não entende ou que está muito ausente, só terá credibilidade mediante resultados medidos e/ou ajuda de outro profissional de referência que esteja mais próximo do que você.

- Feedback para profissional que não sabe qual é o objetivo e expectativa do trabalho, não tem valor efetivo.

- Esteja pronto para pedir feedback também.

- Esteja pronto para receber feedbacks negativos e servir de exemplo de como absorver com olhar positivo e construtivo.

Conclusão
Além disso, a minha recomendação é que você pratique o feedback, comece com um amigo, diga o que ele fez de bom ou de ruim e o porquê você tem esse tipo de entendimento.

É claro que se a pessoa não consegue absorver de forma positiva o feeback, você também pode ajudar com feedback comparativo e mensurável, sempre compreendendo as diferenças de cultura de cada pessoa.

Tente, experimente, faça um feedback e não seja ausente.

A saúde de sua equipe depende disso. Sucesso.
 
* Robson Pantolfi: Consultor Empresarial e de TI, especialista SCRUM Master, professor e palestrante com foco em desenvolvimento empresarial, motivação e inclusão social. Autor do livro "A Poesia do Nosso Dia a Dia". Contato: robpantolfi@ig.com.br

Fonte:  Artigonal

É A GOTA D' ÁGUA

Um mundo melhor, mais consciente e solidário




O Movimento Gota D’ Água surgiu da necessidade de transformar indignação em ação. Queremos mostrar que o bem é um bom negócio e envolver a sociedade brasileira na discussão de grandes causas que impactam o nosso país. Utilizamos nossa experiência em comunicação para dar voz aqueles que se dedicam a estudar o impacto que as decisões de hoje terão no amanhã. O Movimento apoia soluções inteligentes, responsáveis, conscientes e motivadas pelo bem comum. O Gota D’Água é uma ponte entre o corpo técnico das organizações dedicadas às causas socioambientais e os artistas ativistas.

A primeira campanha do movimento discute o planejamento energético do país pela análise do projeto da hidrelétrica de Belo Monte, a mais polêmica obra do PAC. O braço técnico desta campanha é formado por especialistas ligados a duas organizações de reconhecida importância para a causa: "Movimento Xingu Vivo Para Sempre" e o "Movimento Humanos Direitos".

A missão da Gota D’Água é comover a população para causas socioambientais utilizando as ferramentas da comunicação em multiplataforma – Hoje existem inúmeros caminhos de se produzir conteúdo relevante para atingir e envolver as mais diversas audiências nos mais diferentes meios. Nossa proposta é usar estas inovações para seduzir e mobilizar a sociedade para causas socioambientais.

Conselho: Maria Paula Fernandes, Sergio Marone, Marcos Prado, Juliana Helcer, Enrico Marone, Ana Abreu, Sérgio Maurício Manon, Tica Minami, Ricardo Rezende, Luciana Soares de Souza, Ana Luiza Chafir, Thiago Teitelroit, Maria Paula Fidalgo, Luiza Figueira de Mello, Paulo Fernando Gonçalves, Carolina Kuenerz, Fernanda Mayrink, Miguel Pinto Guimarães.

Clique nesse link e assine: Movimento Gota D'Água

RH ESTENDIDO: ESTE DÁ CERTO

Muito se fala em departamento de Recursos Humano (RH) estratégico como fórmula do sucesso garantido. No entanto, muitos se perdem na aplicabilidade deste conceito, limitando a área a um disseminador de condutas ao invés de um mantenedor. A diferença está no fato de que o disseminador apenas dita regras/comportamentos ao passo que o mantenedor sustenta condutas condizentes com o modelo de negócio da empresa, tornando-se, efetivamente, um elo forte entre a estratégia de trabalho da empresa e as práticas de seus colaboradores.

Um RH só é estratégico quando consegue conduzir os colaboradores de forma que estes tenham práticas e, por conseqüências, resultados que favoreçam, POSITIVAMENTE, a estratégica de trabalho da empresa em questão.

Como fazer isso? Vamos à prática do conceito.

O RH gerará resultados quando conseguir que as áreas da empresa passem a ser uma extensão de suas práticas. É irreal pensar que o RH seja onipresente e que possa assistir toda a empresa, evitando falhas e/ou más condutas. Mas é real e efetivo multiplicar suas práticas para a liderança e tê-la como aliada na disseminação e execução de ações que condizem com a missão, visão e valores corporativos. Este é o RH ESTENDIDO, um modelo de gestão que dá certo.

É necessário extrapolar a formação do RH e ir além do tradicioinal. Consultores internos, especialistas em treinamento e desenvolvimento são essenciais mas dentro de um RH, em sua forma ESTENDIDA, passam a ter como pares e parceiros a liderança. Os líderes, representantes internos dos objetivos corporativos, devem ter metas compartilhadas com o RH, agora ESTENDIDO, para que, sintam-se co-responsáveis pela disseminação e gestão de boas práticas que elevem os resultados às expectativas dos executivos.

Mais do que criar núcleos de formação de líderes (o que é muito importante), é formar líderes multiplicadores de práticas que condizem com o modelo de negócio da empresa.

É isso, povo de RH! Desvendamos! Ser estratégico é fazer a estratégia da empresa funcionar!
O RH estratégico, e agora ESTENDIDO, faz a gestão das pessoas de forma racional e eficiente. Cuidar das pessoas por cuidar não é suficiente. Além de multiplicar o modelo RH ESTENDIDO é necessário cuidar para que, em primeiro lugar, sejam selecionadas pessoas que tenham valores compatíveis com o modelo de negócio da empresa e, em segunda lugar, focar os esforços da consultoria interna na manutenção de práticas e comportamentos que sejam congruentes com este modelo. Cuidar das pessoas e fazê-las felizes pode não garantir o resultados esperados pela empresa.
O RH ESTENDIDO deve entender a estratégia de trabalho da empresa em questão e, só então, cuidar para que as pessoas (profissionais) mantenham a execução das atividades sobre esta mesma orientação. Isto é cuidar das pessoas com efetividade. Tanto para o profissional, quanto para a empresa.

O RH ESTENDIDO é acolhedor e não ditador. Associa habilidades e compartilha competências com outros membros da empresa. Ganha força. E forte, torna-se um RH estratégico. Torna-se, efetivamente, um mantenedor.

Por Kelly Cavalcanti Gallinari é coach (profissional que aplica o coaching) formada pela ICI (Integrated Coaching Institute). Único curso de formação de coaching em todo o Brasil e no cone sul do continente americano, credenciado pelo ICF International Coach Federation, com sede nos EUA.

Fonte: Ecoah

ESTUDANTE ADMITE QUE NÃO CRIOU LOGO COM JOBS


Uma homenagem feita por um estudante de design de Hong Kong a Steve Jobs e que atraiu atenção na Internet depois da morte do cofundador da Apple na semana passada não é original, admitiu o adolescente nesta segunda-feira.

Jonathan Mak, de 19 anos, disse que não foi o primeiro a criar um design que mostra a silhueta de Jobs dentro da mordida do logo da Apple. Ele se manifestou depois que comentários surgiram no Twitter alegando que um designer na Grã-Bretanha, conhecido como Raid71 na Internet, havia criado o desenho original em maio.

O design publicado por Mak na Internet foi difundido rapidamente no ciberespaço na quinta-feira, pouco depois do falecimento de Jobs.

O desenho foi postado por centenas de milhares de pessoas nas redes sociais, e bonés e camisetas foram vendidas no eBay com a marca. O logo foi usado até pelo ator Ashton Kutcher como sua foto de perfil no Twitter.

Mak, um estudante da Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kong, reconheceu que não era o criador original do design, mas disse que não era um "roubo" do designer britânico.

"Eu ainda cheguei à solução por conta própria, e minha consciência ainda está limpa, mas eu estarei mais do que contente em reconhecer que de fato alguém fez (o design) antes de mim", disse Mak a Reuters.

Assim como o design de Mak, o designer britânico coloca a silhueta de Jobs na mordida do logo da Apple. Mas as dimensões e as proporções daquele design é diferente do logo de Mak.

Jobs, que criou produtos revolucionários e transformou a forma com que o mundo se relaciona computação e as comunicações pessoais, morreu na quarta-feira aos 56 anos.

Fonte: Info

HOMENAGEM DE ESTUDANTE A JOBS, VIRA HIT NA INTERNET


Uma homenagem de um estudante de design de Hong Kong ao fundador da Apple Steve Jobs virou hit na Internet nesta quinta-feira com seu simbolismo minimalista e emocionante, e acabou rendendo uma oferta de emprego e sendo usada em produtos de merchandising.

Jonathan Mak, estudante de 19 anos da Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kong, teve a ideia de incorporar a silhueta de Steve Jobs na mordida da maçã do logo da Apple, simbolizando tanto a partida de Jobs quanto sua presença constante no coração da empresa.

O desenho se espalhou na Internet, atraindo centenas de milhares de posts, além de aparecer em bonés e camisetas comercializadas no eBay. O logo chegou a ser usado como foto do perfil do ator Ashton Kutcher no Twitter.

"Foi um dia maluco para mim", disse Mak à Reuters. "Estou animado e assustado ao mesmo tempo."
O estudante contou que recebeu uma oferta de emprego por causa do desenho. "Realmente estou sem palavras", afirmou ele no Twitter.

O cofundador da Apple, que criou produtos revolucionários e mudou a maneira como o mundo aborda a comunicação pessoal e usa os computadores, morreu na quarta-feira, aos 56 anos.

Mak, que inicialmente criou o logo depois que Jobs deixou o comando da Apple em agosto, disse que o design não havia feito tanto sucesso até ser novamente divulgado na quinta-feira.

"Originalmente, eu ia colocar o logo preto modificado sob um fundo branco", explicou Mak, que prestou homenagem a Jobs na loja da Apple em Hong Kong.

"Mas não pareceu melancólico o suficiente. Eu queria que fosse uma homenagem muito silenciosa. É a compreensão calada de que está faltando uma peça à Apple agora. Ele meio que sugere sua ausência."

Fonte: Info

10 LEIS DO MARKETING NAS MÍDIAS SOCIAIS

Por Camila Zanqueta no Pensando Grande

Como trabalhar sua marca nas mídias sociais? Para os pequenos empresários pode parecer um desafio muito grande entrar neste universo e trabalhar com ferramentas tão dinâmicas e novas. Se por um lado tudo parece assustador, por outro a quantidade de informações e cases podem ajudá-lo a montar uma estratégia e começar a vislumbrar sua empresa nas redes sociais.

O guia divulgado no portal Entrepreneur pela especialista Susan Gunelius é um exemplo, ela é presidente da Creative KeySplash Inc.. Para ela, os empreendedores devem aproveitar as redes sociais para criar um buzz em torno de sua marca, para isso é preciso investir em conteúdo de qualidade.

Susan preparou um guia com as 10 leis do marketing em mídias sociais, confira:

1. A Lei de Escutar

O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende mais de ouvir do que de falar. Leia o conteúdo do seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

2. A Lei do Foco

É se especializar do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.

3. A Lei da Qualidade

Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4. A Lei da Paciência

Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precisa comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.

5. A Lei da Composição

Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no TwitterFacebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.

Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas
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6. A Lei da Influência

Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.

Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

7. A Lei do Valor

Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Se concentrar menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente e desenvolver relacionamentos com pessoas influentes online.

8. A Lei de Reconhecimento

Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais, por isso sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.

9. A Lei de Acessibilidade

Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.

10. A Lei da Reciprocidade

Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.


NEUROMARKETING LANÇA MÃO DE IMAGENS E INTERPRETAÇÃO DO CÉREBRO PARA ENTENDER COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR



Estudo envolvendo consumidores de refrigerantes, e que utilizou exames de imagens cerebrais para aferição de preferências, verificou contradição curiosa: em testes anônimos, os indivíduos apresentaram preferências similares para ambos os refrigerantes, mas a apresentação de uma ou outra marca refletiu nos exames de imagem, denotando preferência maior por um ou outro refrigerante. Essa história dá pistas do grande potencial dos exames funcionais do cérebro para áreas como administração e marketing. O assunto será apresentado e debatido nesta terça, 20, durante a Semana de Neurociências – que acontece até dia 23 nos campi Pampulha e Saúde da UFMG, pelos professores José Edson Lara e Carlos Alberto Gonçalves, e pela doutoranda Caissa Veloso e Sousa, todos da Faculdade de Ciências Econômicas (Face). A pesquisa de Caissa está vinculada a projeto selecionado em edital lançado em parceria da Fiat com a Fapemig.

Segundo os pesquisadores, há pouquíssimos estudos no Brasil relacionados à área chamada de neuromarketing. O objetivo é utilizar resultados de exames como ressonância magnética, tomografia computadorizada, eletroencefalograma, resposta galvânica da pele e dilatação de pupilas para interpretações em conjunto com conhecimentos do marketing.

“Em pesquisas como a nossa, as pessoas são expostas a estímulos relacionados ao produto. No caso dos automóveis, vamos apresentar conceitos como design, conforto, segurança e desempenho. A identificação de alterações neurofisiológicas relacionadas a cada tipo de estímulo vai ajudar na vinculação com reações ligadas a aspectos como identidade, status, preferências”, explica Caissa Veloso e Sousa.

Gostos revelados

Segundo a pesquisadora, que é economista com mestrado e doutoranda em administração (comportamento do consumidor), o neuromarketing está estreitamente ligado às áreas que compõem as neurociências, como a neurologia e a psiquiatria. “É uma área do conhecimento em construção, e já trabalhamos sobre indícios importantes. Os resultados vão se somar aos dados que temos hoje, originados dos surveys e outros instrumentos de pesquisa”, ela salienta.

Caissa Sousa ressalta que as respostas do consumidor a questionários são influenciadas a muitos fatores, entre culturais e sociais. E a análise de aspectos neurofisiológicos certamente vai gerar novas informações. “As pessoas não conseguem expor integralmente seus gostos, e os conhecimentos das neurociências vão identificar processos que não são visíveis para as ferramentas tradicionais”, afirma a pesquisadora, que tem orientação do professor José Edson Lara, do Departamento de Administração da Face.

A pesquisa para o edital Fiat/Fapemig, que já tem o experimento desenhado, conta com a participação do psiquiatra Érico de Castro e Costa, da Fiocruz, e dos pesquisadores Rodrigo Bressan e Álvaro Machado, da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

Métodos renovados

O professor Carlos Alberto Gonçalves, também do Departamento de Administração da Face, considera a neurociência em administração um salto expressivo nos estudos de comportamento decisório, seja no plano interno das empresas ou no plano externo, como é o caso do comportamento do consumidor. Ele ressalta que outras ciências progrediram com o surgimento de novos métodos de investigação e o uso de novas tecnologias.

Gonçalves lembra que o cérebro concentra e interpreta sensações nos planos racional, emocional e intuitivo e, nesse sentido, será um enorme avanço contar com a mensuração das manifestações cerebrais para adicionar aos recursos metodológicos da Administração, como a observação direta ou indireta, métricas quantitativas e qualitativas, análise de narrativas e elementos simbólicos diversos.

"No futuro, será possível também avaliar, com a contribuição dos diversos exames do cérebro, comportamentos ligados a empreendedorismo, inovação e gestão de riscos", acrescenta o professor, que tem atuação concentrada em marketing e estratégia. “A Administração muda os objetos de estudo através dos tempos, mas ainda se vale de métodos velhos, quase todos herdados de outras ciências”, ele completa.

Fonte: UFMG online

QUEM SÃO OS E-CONSUMIDORES

Você compra ou já fez alguma compra pela web? Se sim, considere-se um e-consumidor. Uma nova geração de consumidores que estão mais engajados, atentos e principalmente com um poder de acesso a informação nunca antes visto na história da humanidade.
Os e-consumidores são pessoas que usam a web para ir além da compra. Não são pessoas que simplesmente entram na loja A ou B e compram. Para chegar nesse processo, um longo caminho é traçado, salve algumas exceções daqueles que são fãs de uma determinada loja e se relacionam tão bem com elas que vão direto lá para uma compra, mas essa porcentagem, acredito, ser pequena.
Esses novos consumidores querem mais do que entrar em uma loja e comprar. Querem se relacionar com a marca. Querem ter a oportunidade de pesquisar, comparar preços, vantagens, serviços. Não se baseiam apenas em preço e sim em que loja vai cumprir o que promete. Para isso, pesquisa com amigos e seguidores das redes melhores experiências de compras nas lojas virtuais.
Sim, por mais que algumas empresas tenham uma miopia sobre marketing digital, as pessoas falam, comentam e conversam sobre marcas na web. 23% das pessoas comentam de marcas na web, sendo que 34% postam opiniões em suas redes. As marcas não devem apenas monitorar a marca e sim agir! As estratégias de ação devem começar com o entendimento do que está acontecendo com a marca nas redes a partir do que os e-consumidores falam das marcas via Twitter, blogs, fóruns, Facebook, Orkut, Sonico entre outras ferramentas.
Internet é uma ferramenta de democratização da informação e ninguém melhor do que esses e-consumidores sabem disso. Usam a web como fonte para reclamar, elogiar, conversar e principalmente se relacionar. Internet é uma ferramenta, também, de relacionamento. Se não fosse, 87% dos internautas não estariam nas Redes Sociais.
Querem tudo bem claro ou optam pela concorrência. Querem saber o quanto tempo um produto vai demorar para entregar em sua casa. Não querem ser enganados e não se importam de esperar uns dias a mais pelo produto, desde que o prazo esteja bem claro no site e que esse seja cumprido; mesmo que vivemos um mundo digital onde tudo é em tempo real, a ansiedade é controlada pela clareza.
Aprofundando um pouco mais sobre o perfil de quem compra, vivemos em um país classe C, por isso, não era difícil imaginar que essa classe dominaria em pouco tempo a web assim como domina as vendas físicas. Até 2007 a web tinha amplo domínio de classe AB. Veio o fenômeno Lan Houses somado a redução de impostos onde se compra um excelente computador por 700 reais em 15, 20 vezes sem juros. Banda larga com preços especiais, crescimento do webmobile e pronto, a classe C que já é 53% da população brasileira também representa 53% das pessoas que mais compram na web, a classe DE representa 10% e a AB 37%, perdendo espaço exatamente para a Classe C.
Cerca de 76% das pessoas compram com cartão de crédito na web. Em 2º plano vem o boleto bancário, o que mostra a importância de abrir todos os tipos de pagamento no site para não perder venda.
Não está mais tão fácil vender para as pessoas, principalmente pela web. Aqui, nesse ambiente elas sabem tudo. O que não sabe, perguntam. Sua marca tem as respostas?



TENDÊNCIAS DE COMPORTAMENTO DE CONSUMO

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.

Roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

abcs