ESTUDANTE ADMITE QUE NÃO CRIOU LOGO COM JOBS


Uma homenagem feita por um estudante de design de Hong Kong a Steve Jobs e que atraiu atenção na Internet depois da morte do cofundador da Apple na semana passada não é original, admitiu o adolescente nesta segunda-feira.

Jonathan Mak, de 19 anos, disse que não foi o primeiro a criar um design que mostra a silhueta de Jobs dentro da mordida do logo da Apple. Ele se manifestou depois que comentários surgiram no Twitter alegando que um designer na Grã-Bretanha, conhecido como Raid71 na Internet, havia criado o desenho original em maio.

O design publicado por Mak na Internet foi difundido rapidamente no ciberespaço na quinta-feira, pouco depois do falecimento de Jobs.

O desenho foi postado por centenas de milhares de pessoas nas redes sociais, e bonés e camisetas foram vendidas no eBay com a marca. O logo foi usado até pelo ator Ashton Kutcher como sua foto de perfil no Twitter.

Mak, um estudante da Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kong, reconheceu que não era o criador original do design, mas disse que não era um "roubo" do designer britânico.

"Eu ainda cheguei à solução por conta própria, e minha consciência ainda está limpa, mas eu estarei mais do que contente em reconhecer que de fato alguém fez (o design) antes de mim", disse Mak a Reuters.

Assim como o design de Mak, o designer britânico coloca a silhueta de Jobs na mordida do logo da Apple. Mas as dimensões e as proporções daquele design é diferente do logo de Mak.

Jobs, que criou produtos revolucionários e transformou a forma com que o mundo se relaciona computação e as comunicações pessoais, morreu na quarta-feira aos 56 anos.

Fonte: Info

HOMENAGEM DE ESTUDANTE A JOBS, VIRA HIT NA INTERNET


Uma homenagem de um estudante de design de Hong Kong ao fundador da Apple Steve Jobs virou hit na Internet nesta quinta-feira com seu simbolismo minimalista e emocionante, e acabou rendendo uma oferta de emprego e sendo usada em produtos de merchandising.

Jonathan Mak, estudante de 19 anos da Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kong, teve a ideia de incorporar a silhueta de Steve Jobs na mordida da maçã do logo da Apple, simbolizando tanto a partida de Jobs quanto sua presença constante no coração da empresa.

O desenho se espalhou na Internet, atraindo centenas de milhares de posts, além de aparecer em bonés e camisetas comercializadas no eBay. O logo chegou a ser usado como foto do perfil do ator Ashton Kutcher no Twitter.

"Foi um dia maluco para mim", disse Mak à Reuters. "Estou animado e assustado ao mesmo tempo."
O estudante contou que recebeu uma oferta de emprego por causa do desenho. "Realmente estou sem palavras", afirmou ele no Twitter.

O cofundador da Apple, que criou produtos revolucionários e mudou a maneira como o mundo aborda a comunicação pessoal e usa os computadores, morreu na quarta-feira, aos 56 anos.

Mak, que inicialmente criou o logo depois que Jobs deixou o comando da Apple em agosto, disse que o design não havia feito tanto sucesso até ser novamente divulgado na quinta-feira.

"Originalmente, eu ia colocar o logo preto modificado sob um fundo branco", explicou Mak, que prestou homenagem a Jobs na loja da Apple em Hong Kong.

"Mas não pareceu melancólico o suficiente. Eu queria que fosse uma homenagem muito silenciosa. É a compreensão calada de que está faltando uma peça à Apple agora. Ele meio que sugere sua ausência."

Fonte: Info

10 LEIS DO MARKETING NAS MÍDIAS SOCIAIS

Por Camila Zanqueta no Pensando Grande

Como trabalhar sua marca nas mídias sociais? Para os pequenos empresários pode parecer um desafio muito grande entrar neste universo e trabalhar com ferramentas tão dinâmicas e novas. Se por um lado tudo parece assustador, por outro a quantidade de informações e cases podem ajudá-lo a montar uma estratégia e começar a vislumbrar sua empresa nas redes sociais.

O guia divulgado no portal Entrepreneur pela especialista Susan Gunelius é um exemplo, ela é presidente da Creative KeySplash Inc.. Para ela, os empreendedores devem aproveitar as redes sociais para criar um buzz em torno de sua marca, para isso é preciso investir em conteúdo de qualidade.

Susan preparou um guia com as 10 leis do marketing em mídias sociais, confira:

1. A Lei de Escutar

O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende mais de ouvir do que de falar. Leia o conteúdo do seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

2. A Lei do Foco

É se especializar do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.

3. A Lei da Qualidade

Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4. A Lei da Paciência

Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precisa comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.

5. A Lei da Composição

Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no TwitterFacebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.

Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas
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6. A Lei da Influência

Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.

Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

7. A Lei do Valor

Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Se concentrar menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente e desenvolver relacionamentos com pessoas influentes online.

8. A Lei de Reconhecimento

Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais, por isso sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.

9. A Lei de Acessibilidade

Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.

10. A Lei da Reciprocidade

Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.


NEUROMARKETING LANÇA MÃO DE IMAGENS E INTERPRETAÇÃO DO CÉREBRO PARA ENTENDER COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR



Estudo envolvendo consumidores de refrigerantes, e que utilizou exames de imagens cerebrais para aferição de preferências, verificou contradição curiosa: em testes anônimos, os indivíduos apresentaram preferências similares para ambos os refrigerantes, mas a apresentação de uma ou outra marca refletiu nos exames de imagem, denotando preferência maior por um ou outro refrigerante. Essa história dá pistas do grande potencial dos exames funcionais do cérebro para áreas como administração e marketing. O assunto será apresentado e debatido nesta terça, 20, durante a Semana de Neurociências – que acontece até dia 23 nos campi Pampulha e Saúde da UFMG, pelos professores José Edson Lara e Carlos Alberto Gonçalves, e pela doutoranda Caissa Veloso e Sousa, todos da Faculdade de Ciências Econômicas (Face). A pesquisa de Caissa está vinculada a projeto selecionado em edital lançado em parceria da Fiat com a Fapemig.

Segundo os pesquisadores, há pouquíssimos estudos no Brasil relacionados à área chamada de neuromarketing. O objetivo é utilizar resultados de exames como ressonância magnética, tomografia computadorizada, eletroencefalograma, resposta galvânica da pele e dilatação de pupilas para interpretações em conjunto com conhecimentos do marketing.

“Em pesquisas como a nossa, as pessoas são expostas a estímulos relacionados ao produto. No caso dos automóveis, vamos apresentar conceitos como design, conforto, segurança e desempenho. A identificação de alterações neurofisiológicas relacionadas a cada tipo de estímulo vai ajudar na vinculação com reações ligadas a aspectos como identidade, status, preferências”, explica Caissa Veloso e Sousa.

Gostos revelados

Segundo a pesquisadora, que é economista com mestrado e doutoranda em administração (comportamento do consumidor), o neuromarketing está estreitamente ligado às áreas que compõem as neurociências, como a neurologia e a psiquiatria. “É uma área do conhecimento em construção, e já trabalhamos sobre indícios importantes. Os resultados vão se somar aos dados que temos hoje, originados dos surveys e outros instrumentos de pesquisa”, ela salienta.

Caissa Sousa ressalta que as respostas do consumidor a questionários são influenciadas a muitos fatores, entre culturais e sociais. E a análise de aspectos neurofisiológicos certamente vai gerar novas informações. “As pessoas não conseguem expor integralmente seus gostos, e os conhecimentos das neurociências vão identificar processos que não são visíveis para as ferramentas tradicionais”, afirma a pesquisadora, que tem orientação do professor José Edson Lara, do Departamento de Administração da Face.

A pesquisa para o edital Fiat/Fapemig, que já tem o experimento desenhado, conta com a participação do psiquiatra Érico de Castro e Costa, da Fiocruz, e dos pesquisadores Rodrigo Bressan e Álvaro Machado, da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

Métodos renovados

O professor Carlos Alberto Gonçalves, também do Departamento de Administração da Face, considera a neurociência em administração um salto expressivo nos estudos de comportamento decisório, seja no plano interno das empresas ou no plano externo, como é o caso do comportamento do consumidor. Ele ressalta que outras ciências progrediram com o surgimento de novos métodos de investigação e o uso de novas tecnologias.

Gonçalves lembra que o cérebro concentra e interpreta sensações nos planos racional, emocional e intuitivo e, nesse sentido, será um enorme avanço contar com a mensuração das manifestações cerebrais para adicionar aos recursos metodológicos da Administração, como a observação direta ou indireta, métricas quantitativas e qualitativas, análise de narrativas e elementos simbólicos diversos.

"No futuro, será possível também avaliar, com a contribuição dos diversos exames do cérebro, comportamentos ligados a empreendedorismo, inovação e gestão de riscos", acrescenta o professor, que tem atuação concentrada em marketing e estratégia. “A Administração muda os objetos de estudo através dos tempos, mas ainda se vale de métodos velhos, quase todos herdados de outras ciências”, ele completa.

Fonte: UFMG online

QUEM SÃO OS E-CONSUMIDORES

Você compra ou já fez alguma compra pela web? Se sim, considere-se um e-consumidor. Uma nova geração de consumidores que estão mais engajados, atentos e principalmente com um poder de acesso a informação nunca antes visto na história da humanidade.
Os e-consumidores são pessoas que usam a web para ir além da compra. Não são pessoas que simplesmente entram na loja A ou B e compram. Para chegar nesse processo, um longo caminho é traçado, salve algumas exceções daqueles que são fãs de uma determinada loja e se relacionam tão bem com elas que vão direto lá para uma compra, mas essa porcentagem, acredito, ser pequena.
Esses novos consumidores querem mais do que entrar em uma loja e comprar. Querem se relacionar com a marca. Querem ter a oportunidade de pesquisar, comparar preços, vantagens, serviços. Não se baseiam apenas em preço e sim em que loja vai cumprir o que promete. Para isso, pesquisa com amigos e seguidores das redes melhores experiências de compras nas lojas virtuais.
Sim, por mais que algumas empresas tenham uma miopia sobre marketing digital, as pessoas falam, comentam e conversam sobre marcas na web. 23% das pessoas comentam de marcas na web, sendo que 34% postam opiniões em suas redes. As marcas não devem apenas monitorar a marca e sim agir! As estratégias de ação devem começar com o entendimento do que está acontecendo com a marca nas redes a partir do que os e-consumidores falam das marcas via Twitter, blogs, fóruns, Facebook, Orkut, Sonico entre outras ferramentas.
Internet é uma ferramenta de democratização da informação e ninguém melhor do que esses e-consumidores sabem disso. Usam a web como fonte para reclamar, elogiar, conversar e principalmente se relacionar. Internet é uma ferramenta, também, de relacionamento. Se não fosse, 87% dos internautas não estariam nas Redes Sociais.
Querem tudo bem claro ou optam pela concorrência. Querem saber o quanto tempo um produto vai demorar para entregar em sua casa. Não querem ser enganados e não se importam de esperar uns dias a mais pelo produto, desde que o prazo esteja bem claro no site e que esse seja cumprido; mesmo que vivemos um mundo digital onde tudo é em tempo real, a ansiedade é controlada pela clareza.
Aprofundando um pouco mais sobre o perfil de quem compra, vivemos em um país classe C, por isso, não era difícil imaginar que essa classe dominaria em pouco tempo a web assim como domina as vendas físicas. Até 2007 a web tinha amplo domínio de classe AB. Veio o fenômeno Lan Houses somado a redução de impostos onde se compra um excelente computador por 700 reais em 15, 20 vezes sem juros. Banda larga com preços especiais, crescimento do webmobile e pronto, a classe C que já é 53% da população brasileira também representa 53% das pessoas que mais compram na web, a classe DE representa 10% e a AB 37%, perdendo espaço exatamente para a Classe C.
Cerca de 76% das pessoas compram com cartão de crédito na web. Em 2º plano vem o boleto bancário, o que mostra a importância de abrir todos os tipos de pagamento no site para não perder venda.
Não está mais tão fácil vender para as pessoas, principalmente pela web. Aqui, nesse ambiente elas sabem tudo. O que não sabe, perguntam. Sua marca tem as respostas?



TENDÊNCIAS DE COMPORTAMENTO DE CONSUMO

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.

Roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

COMÉRCIO ELETRÔNICO NÃO ENCONTRA PROFISSIONAIS QUALIFICADOS

Mercado em expansão abre oportunidades para quem tiver uma visão geral do negócio

O aquecimento do comércio eletrônico brasileiro abre cada vez mais oportunidades para os profissionais. Hoje, no entanto, o mercado enfrenta o desafio de encontrar pessoas qualificadas para ocupar as vagas oferecidas, que pagam salários de até R$ 12 mil. As escolas tradicionais de graduação e formação profissional ainda não conseguem formar profissionais para atender a crescente demanda, deixando a tarefa a cargo das empresas.

Manter a sustentabilidade do negócio é outra dificuldade para os varejistas na internet. De acordo com uma pesquisa realizada pela Ecommerce School, entre janeiro e agosto de 2011, há 23 mil lojas virtuais no Brasil. Mas, deste total, apesar do crescimento de 24%  das vendas do e-commerce no primeiro semestre de 2011, em relação ao mesmo período anterior, de acordo com a e-bit, apenas 30% estão ativas, ou seja, investem em divulgação e realizam ao menos 10 vendas por mês. A estimativa é que, até 2014, o número chegue a 45 mil e a proporção de lojas ativas se mantenha.

 Entre os principais obstáculos para o desenvolvimento ainda maior dos varejistas virtuais estão a falta de conhecimento e planejamento. “Um grande erro é a escolha da plataforma, que deve caber no orçamento e não gerar um custo fixo elevado. Hoje há desde opções gratuitas, até as que custam R$ 200 mil. Saber definir é fundamental para o sucesso”, conta Mauricio Salvador, fundador, coordenador e sócio da Ecommerce School, em entrevista ao portal, lembrando que é possível abrir uma loja online com menos de R$ 50,00 por mês.

Empreendedorismo domina o e-commerce brasileiro

Seguindo a perspectiva de 45 mil lojas em funcionamento até 2014, a previsão é que sejam gerados 34 mil empregos diretos e mais 50 mil indiretos no comércio eletrônico nacional no período. Entre os postos abertos há oportunidades para praticamente todas as áreas de atuação em Marketing, comunicação e vendas, como diretores, gerentes, assistentes de e-commerce, analistas de métricas, links patrocinados, SEO, fotógrafos, designers, gerentes e analistas de Marketing Digital.

“O próprio Google vem criando profissões, como analistas de métricas, de SEO e de links patrocinados. Já os profissionais especializados em experiência do usuário são importantes, para gerar conteúdo, fotos e vídeos online”, ressalta Salvador. A expansão das mídias sociais também demandará cada vez mais cargos específicos. Caso de gerentes, coordenadores e assistentes de mídias sociais, assim como diretores e coordenadores de conteúdo.

Mas, apesar do aumento de oportunidades oferecidas, o empreendedorismo impera no varejo eletrônico brasileiro e a baixa barreira financeira de entrada faz com que muitas pessoas abram lojas virtuais para revender produtos. Segundo o levantamento, 50% dos 282 profissionais de e-commerce entrevistados, em parceria com a e-bit, afirmaram ser sócio-proprietários das empresas.

Indicações são meio mais efetivo para contratação

O cenário de empreendedorismo também pode ser explicado pela dificuldade em encontrar mão de obra qualificada. A maioria dos pesquisados (79%) afirmou que os profissionais não atendiam a todas as habilidades necessárias, enquanto 22% não sabiam onde encontrar currículos específicos. Para 20%, os salários pedidos eram mais altos do que poderiam oferecer e 9% dos candidatos já estavam empregados em outra empresa.

“O profissional de e-commerce precisa ter uma visão geral do negócio e entender de tudo um pouco, desde a parte comercial, até a financeira, de operação e logística. Há muitos profissionais focados em apenas um assunto e as empresas acabam tendo de desenvolver outras habilidades nestas pessoas. Hoje, todos os profissionais de e-commerce em nível gerencial médio estão empregados, o que acaba gerando uma rotatividade no mercado”, conta o executivo da Ecommerce School.

Na hora de prospectar profissionais, as indicações ainda são o meio mais efetivo. Dos executivos que contrataram nos últimos seis meses, 64% chegaram aos candidatos por meio de amigos, parentes ou colegas de trabalho. As redes sociais vêm apresentando uma importância crescente: 11% encontraram os profissionais por meio de sites como LinkedIn e Twitter.

Salários acima de R$ 5 mil

Com o alto índice de rotatividade no mercado, a solução para manter um funcionário são os bônus mais agressivos no atingimento de metas, principalmente no caso de empresas de médio e grande portes. A pesquisa indicou que 21% dos profissionais de e-commerce recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, 19% entre R$ 5 mil e R$ 8 mil, 7% de R$ 8 mil a R$ 12 mil e 8% acima de R$ 12 mil. A maior parte (28%), no entanto, recebe entre R$ 1 mil e R$ 3 mil e 5% chegam a ganhar menos de R$ 1 mil.

Em relação ao grau de entendimento dos gerentes de e-commerce, o atendimento ao cliente é a atividade mais dominada pelos profissionais, com 21% tendo afirmado ter “muito conhecimento”. Em seguida, aparecem técnicas de vendas (20%) e Marketing Digital (19%). O atendimento também é considerado como uma atividade prioritária para quem deseja trabalhar como gerente de e-commerce, citado por 79% como “muito importante” e 14% como “importante”.

“Os profissionais de e-commerce consideram muito importante ter conhecimentos no atendimento ao cliente e no Marketing Digital. Por outro lado, quando avaliamos as atividades que mais conheciam, a parte de expedição, logística e gestão financeira mostrou-se uma fraqueza, o que acaba se refletindo no mundo real. Hoje, o maior índice de reclamações no e-commerce é por causa de logística”, lembra Salvador, autor do livro “Como abrir uma loja virtual de sucesso”.



AS PRINCIPAIS VANTAGENS DO MARKETING DIGITAL FRENTE AO MARKETING TRADICIONAL

 

Marketing Digital está crescendo rapidamente e ganhando popularidade frente ao Marketing Tradicional. Uma das primeiras grandes vantagens é que você consegue fazer marketing na Internet com todo tipo de orçamento, alguns até sem gastar nada, outros com investimentos. Porém investimentos menores do que quando se paga um anúncio em revista, anúncio em jornal, televisão e outros tradicionais. Com o Marketing Digital você pode atingir seu público e gerar negócios com todo tipo de verba mensal e você ainda pode terceirizar o serviço, sem ter que ter um funcionário para esta área.

Com o Marketing Digital você vai ter acesso a uma audiência global, pois a internet não tem fronteiras. Poderá atingir público de seu estado, de seu país e do mundo. Este grande alcance lhe dá mais probabilidades de fechar negócios.

Outra vantagem do Marketing Digital é que você consegue segmentar seus esforços para uma audiência específica. Conseguindo gerar acesso no site de pessoas interessadas em seu negócio. Com o marketing tradicional você não consegue segmentar tão bem e fica sempre na dúvida se seus anúncios estão atingindo o público que você quer.

O marketing digital e a rapidez na comunicação

O Marketing Digital faz com que você atinja seu público rapidamente. Com alguns métodos de marketing online como publicação de artigos, e-mail marketing, a mensagem atinge sua audiência rapidamente. Com o marketing digital a sua audiência responde mais rapidamente comparado ao marketing tradicional, no marketing tradicional com anúncios e propagandas muitas vezes não é possível mensurar o retorno, com o marketing digital você tem condições de ter todos os números, os resultados de sua campanha mensurados. O marketing online proporciona esse contato, esse retorno rápido, no método tradicional as pessoas teriam que ir a loja, visitar você, na internet você está a um clique do usuário, com chats proporcionando atendimento on line. Esses contatos podem ser totalmente mensurados com ferramentas de internet para mensuração das conversões, dos acessos ao site de sua empresa. Sendo assim com o Marketing Digital é sempre possível mensurar e adequar a estratégia de acordo.

E outra grande vantagem do marketinhg online é que você tem muitas opções, muitos canais para escolher aonde interagir. Algumas formas são o Google Adwords, publicação de artigos, gestão em redes sociais, e-mail marketing, link building entre outras. Isso é importante pois a empresa pode escolher qual delas é melhor para seu negócio. Você pode com auxílio profissional escolher e planejar como interagir em cada canal escolhido. Com uma empresa fazendo o serviço você ganha Know How, ferramentas de monitoramento, relatórios e apoio teórico para suas decisões. As vantagens do Marketing Digital são muitas e você deve pensar seriamente aonde está investindo seu orçamento de marketing, definindo um percentual importante para o Marketing Digital.

OS 12 SEGREDOS DE UM E-COMMERCE DE SUCESSO

Ouvindo casos de sucesso e fracasso no mundo online, elaboramos uma lista com alguns pontos cruciais para o sucesso de um empreendimento de ecommerce no mercado brasileiro.

1. Planejamento: imagine uma loja virtual como sendo um avião. As metas seriam os aeroportos onde queremos aterrissar. Como iremos chegar é o plano de vôo, a visão macro da viagem, o planejamento. Táticas são os botões que iremos apertar, o percurso na pista de decolagem, o ajuste dos flaps e toda a visão micro do que temos que fazer durante a viagem para que as metas sejam atingidas.

2. Plataforma: você consegue muita coisa numa cama desconfortável, menos dormir um sono tranquilo. Quando uma loja se deita numa plataforma de e-commerce, ela deve ter sonhos e não pesadelos. Há plataformas de ecommerce de todos os tamanhos e preços, dependendo da necessidade do cliente.

3. Design e usabilidade: qual foi a última vez em que você entrou numa loja suja, escura, bagunçada e barulhenta? Você não deve lembrar, mas provavelmente sentiu alívio ao sair de lá. Lojas limpas, organizadas, com boa iluminação e musica agradável nos mantêm por mais tempo circulando pelas prateleiras. Na Internet também é assim.

4. Conteúdo: fotos e descrições de produtos não podem ser commodities. Ajude o cliente a se decidir pela sua loja, ao mostrar imagens exclusivas, diferenciadas e descrições mais detalhadas. Inclua formas de uso dos produtos e opiniões de outros compradores.

5. Operações: o verdadeiro trabalho no ecommerce começa depois que o cliente clica no botão “finalizar compra”. Conferência, seleção, embalagem, etiquetagem, envio, tracking… As operações de uma loja virtual de sucesso devem estar sincronizadas, com timing, tecnologia e envolvimento de todos.

6. Quem manda na empresa: quem manda é o consumidor. Na Internet, um cliente satisfeito conta pra três amigos, um insatisfeito conta pra três mil. Em lojas virtuais bem sucedidas, foram os clientes que definiram os nomes das categorias, as posições das prateleiras, a seleção dos produtos e em alguns casos até mesmo o preço.

7. Comunicação: seja entre funcionários e clientes, entre clientes e clientes e entre funcionários e funcionários, a comunicação deve fluir para todos os lados. E-mail, telefone, SMS, chat, redes sociais, deixe todos os canais de comunicação abertos. Quem deve escolher por onde vai falar com você é o cliente. E não é só isso. Responda rápido e aja mais rápido ainda.

8. Redes sociais: os consumidores estão lá, trocando idéias, contando pra todo mundo o que fazem, do que gostam, quem são seus amigos, do que precisam… é difícil para uma empresa de varejo sair do broadcasting tradicional para o social media. Imagine-se sozinho numa festa onde você não conhece ninguém e vê uma roda de pessoas conversando, que parecem amigos de longa data. Como você entraria no meio do papo? Oferecendo coisas pra eles comprarem?

9. Tecnologia: automatizar processos reduz erros e custos. Por isso, a tecnologia deve estar diluída em todos os processos de uma loja virtual e contribuir também com o processamento das informações e geração de relatórios analíticos e de fácil compreensão.

10. Fornecedores: são eles que definem o preço final dos seus produtos e, consequentemente, sua margem de lucro. Não aja como um martelo o tempo todo, batendo nos seus fornecedores. Crie laços, busque o ganha-ganha. Além disso, os bons fornecedores ficam na porta da sua loja conversando com os clientes para entender o que querem e levar para o mercado produtos mais fáceis de vender. Sua área de compras não deve ser treinada apenas para negociar preços, prazos e condições de pagamento. Deve aprender a identificar tendências de mercado e se comunicar frequentemente com o pessoal de marketing e vendas.

11. Sites parceiros: os e-consumidores não navegam apenas em lojas virtuais: visitam sites de noticias, lêem e-mails, jogam, ouvem músicas, internet banking e se relacionam com amigos. Empresas bem sucedidas no comércio eletrônico se relacionam bem com parceiros e têm pessoas dedicadas a criar e manter parcerias.

12. Pessoas: por último, mas não menos importante: são as pessoas que fazem o ecommerce. Jack Welch, CEO da GE por 30 anos, sempre diz em suas palestras que gastava cerca de 50% de seu tempo no recrutamento de talentos. Para uma loja virtual ter sucesso, seu quadro de funcionários deve ser formado por pessoas que tenham presença digital. Pessoas que acreditam na Internet, que a usam para fazer compras, se relacionar e que tenham capacidade de gerar conteúdos. Contrate gente que tenha facilidade no uso de tecnologias e que saiba usá-las de forma.

Fonte: Camara e-net
abcs